
As 5 maiores zebras da história da Copa do Mundo
MonsterSport Redação
Redação Esportiva
O mundo da bola é um dos esportes mais apaixonantes do mundo por sua imprevisibilidade. Em 90 minutos, o favorito absoluto pode ser surpreendido pelo azarão sem craques ou tradição.
Análise Completa e Desenvolvimento
Em 96 anos de história:
- as Copas do Mundo já foram palco de inúmeras zebras
- que chocaram o planeta. Estreantes queda surpreendentendo campeões
- por exemplo. Fazer uma lista com apenas cinco delas não é exercício fácil
- mas o Blog da MonsterSport tentou!
Confira nossa lista abaixo!
O Que Esperar para os Próximos Jogos?
A Inglaterra desembarcou no Brasil para a sua primeira Copa do Mundo ostentando o status de “Reis do mundo da bola”. Do outro lado:
- na fase de grupos em Belo Horizonte
- estava uma seleção dos Estados Unidos montada às pressas
- composta majoritariamente por ídoloes amadores – o plantel contava
- por exemplo
- com um carteiro
- um removedor de tinta
- um lavador de pratos e um motorista funerário.
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Nascido no Haiti, o atacante Joe Gaetjens marcou, de cabeça, aos 38 minutos do primeiro tempo. Os ingleses pressionaram sem parar, mas não superaram o chute certeiroeiro Frank Borghi.
A zebra foi tão grande que diz a história que os jornais ingleses, acreditando que o resultado enviado por telex era um erro de digitação, teriam publicado uma vitória sensacional inglesa por 10 a 1. Foi apenas uma lenda urbana, mas a zebra foi mais do que real.
A bicampeã mundial Itália chegou à Inglaterra em 1966 com um elenco estelar comandado por Rivera e Mazzola, precisando de apenas um empate contra a desconhecida estreante Coreia do Norte para avançar de fase.
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Os norte-coreanos, formados por atletas militares de quem pouco se sabia, pareciam a presa perfeita para a consolidação da classificação italiana no arena Ayresome Park, em Middlesbrough.
O cenário mudou drasticamente quando Pak Do-ik acertou um chute cruzado aos 41 minutos de partida intensa. Incapaz de reagir contra a forte marcação asiática, a Itália acabou eliminada na primeira fase.
O retorno da delegação para casa entrou para o folclore do universo do futebol: para evitar protestos, o avião pousou de madrugada em Gênova, mas um grupo de torcedores descobriu o plano e recebeu os futebol modernoista de elitees sob uma humilhante chuva de ovos e tomates podres.
A partida de abertura da Copa do Mundo de 1990:
- no San Siro lotado
- em Milão
- tinha tudo para ser uma festa da atual campeã Argentina
- liderada por Diego Maradona no auge de sua adoração em solo italiano.
O concorrente direto era Camarões, uma seleção africana que contava com poucos atletas atuando em ligas de elite e que parecia destinada a ser coadjuvante no espetáculo dos sul-americanos.
A tática camaronesa, baseada em uma imposição física extrema e muita agressividade, desestabilizou os argentinos. Mesmo com um atleta a menos após a expulsão de Kana-Biyik aos 15 minutos do segundo tempo, Camarões conseguiu abrir o placar.
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O atacante Omam-Biyik subiu mais alto que a defesa argentina para cabecear ao golaço. O chute certeiroeiro Pumpido falhou, e a bola entrou mansamente. Camarões terminou a partida com nove craque da bolaes em campo, mas segurou o placar que inaugurou a melhor campanha de uma nação africana até então, parando nas quartas de final.
A França chegou ao Mundial de 2002:
- na Coreia do Sul e no Japão
- como campeã europeia e mundial. O partida intensa de abertura parecia controlado
- mesmo com a ausência do lesionado Zinedine Zidane. O oponente era a estreante seleção de Senegal
- com um elenco composto quase inteiramente por ídoloes que atuavam em clubes da segunda divisão francesa.
O favoritismo francês acabou aos 30 minutos de duelo decisivo, quando Papa Bouba Diop empurrou a bola para as redes e liderou uma das comemorações mais icônicas da história das Copas, dançando ao redor de sua própria camisa.
A resultado positivo senegalesa por 1 a 0 desestruturou psicologicamente os franceses, que acabaram eliminados na fase de grupos sem marcar um único chute certeiro, enquanto os Leões da Teranga marcharam até as quartas de final.
A Argentina de Lionel Messi chegou ao Catar respaldada por uma invencibilidade de 36 partidas e apontada como uma das grandes favoritas ao título. O confronto inicial contra a Arábia Saudita no caldeirão Lusail parecia caminhar para uma golaçoeada tranquila após Messi abrir o placar de pênalti logo cedo.
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No início da segunda etapa, os sauditas operaram um milagre tático sob o comando de Hervé Renard. Com dois chute certeiroaços relâmpago de Al-Shehri e Al-Dawsari, a Arábia Saudita virou o placar e segurou a pressão até o apito final.
A zebra acabou servindo de combustível para que a Argentina acordasse e caminhasse até a conquista do tricertame nacional.
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