
John Textor faz proposta de aporte no esporte bretão do Botafogo
MonsterSport News
Redação Esportiva
Os bastidores do Botafogo foram sacudidos nesta semana por uma carta pública de John Textor. O empresário americano propôs um aporte imediato de US$ 25 milhões (cerca de R$ 127 milhões) no mundo da bola alvinegro.
O invesequipe principalnto, no entanto, não é um simples “cheque em branco”: ele está amarrado a uma complexa reestruturação societária que envolve empresas no exterior e um braço de ferro com o clube social.
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A proposta de John Textor é injetar R$ 127 milhões no Botafogo sob a forma de capital próprio (equity), uma manobra que permitiria à SAF emitir novas ações em troca do aporte. A grande vantagem dessa estratégia é garantir um fôlego financeiro imediato ao clube sem sobrecarregar seu balanço com novos endividamentos.
No entanto, a operação depende obrigatoriamente do aval do clube social. Caso a autorização seja negada, o recurso só poderá entrar como um empréstimo convencional, o que elevaria a dívida total e despertaria temores sobre a validade do crédito e riscos jurídicos em eventuais cenários de insolvência.
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A estratégia de John Textor para levar seu conglomerado de clubes à Bolsa de Valores de Nova York passa pela chamada “Rota Cayman”, um desenho societário que utiliza a Eagle Football Group, empresa criada nas Ilhas Cayman em outubro de 2024, para consolidar seus ativos.
De acordo com o plano, esta nova entidade compraria a SAF do Botafogo da atual controladora inglesa, a Eagle Bidco, assumindo o compromisso formal de injetar US$ 50 milhões em um período de cinco anos (sendo os US$ 25 milhões atuais a primeira parcela) além de quitar US$ 40 milhões em créditos financeiros até o final de 2026.
O caminho não está livre. A Eagle Bidco (vendedora das ações) está sob administração judicial desde março de 2026. Textor alega que o contrato de venda é de janeiro, portanto, anterior à intervenção, mas a validade depende do aval da Ares, principal credora do fundo.
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O associativo, presidido por João Paulo Magalhães Lins, mantém a cautela. O banco BTG Pactual, consultor financeiro do social, ainda não emitiu um parecer sobre a proposta. Sem esse “ok” técnico, o clube social evita assinar os documentos de capitalização.
Além disso, Textor quer que o social valide a conversão em ações de empréstimos anteriores feitos pelos investidores GDA Luma e Hutton Capital, usados recentemente para livrar o clube do transfer ban.
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