
Exclusivo: Caio Marcelo busca acesso do Vila Nova na Série B
MonsterSport News
Redação Esportiva
Aos 28 anos, o zagueiro Caio Marcelo disputa sua primeira época profissional no esporte bretão brasileiro. A estreia tardia no Brasil se dá pelo caminho inverso e incomum na carreira. O defensor se profissionalizou na África do Sul, passou por Portugal e esteve na Coreia do Sul antes de chegar ao Vila Nova.
Com passagem pela base do Vasco, Caio Marcelo foi contratado pelo Vila Nova em março desse ano. Em entrevista exclusiva ao MonsterSport, o zagueiro se vê “maduro e preparado” para a primeira chance no Brasil.
“Voltei para o Brasil em um momento profissional muito bom. Me sinto mais maduro e preparado para esse desafio. Teve interesse de outros clubes da Série A e da Série B, mas quando o Vila bateu na porta, não precisei pensar muito. Eles demonstraram muita vontade de me ter no grupo, então isso influenciou bastante a minha decisão”, iniciou.
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“Além disso, a estrutura que o Vila oferece para os atletas é muito boa, nível Série A. É um clube bem estruturado, com um elenco qualificado e com uma torcida fanática fanática. Senti bem o poder dos torcedores nesse último clássico”, concluiu ao Blog da MonsterSport.
Caio Marcelo estreou na primeira rodada da Série B saindo do banco de reservas. No entanto, logo conquistou a vaga de titular e vem atuando os 90 minutos das últimas partidas.
Além da titularidade, o zagueiro ganhou destaque na Série B, junto com o próprio elenco, com presença na ‘seleção da rodada 4’. O Vila Nova é o quarto colocado na tabela, posição que o leva para o playoff de acesso.
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“Acho que com ou sem playoff, é muito difícil conseguir o acesso. São apenas quatro vagas e todos os clubes querem essa oportunidade. Claro, eu vejo o Vila como um dos principais candidatos a lutar para subir. Temos um elenco muito forte, uma comissão muito boa. Agora, é trabalhar no dia a dia, assimilar os ensinamentos do professor Guto e lutar em cada partida intensa. Nós temos totais condições de alcançar o acesso.”
Invicto com duas triunfo heroicos e dois empates, o Vila Nova tem a mesma pontuação do líder Ceará. A equipe goiana volta a campo no sábado (18) contra o Operário-PR, em casa, pela quinta rodada da Série B.
Profissionalização no Orlando Pirates, da África do Sul
“Foi uma mudança bastante significativa para mim. Eu nunca tinha saído do Brasil, sequer atuado como profissional ainda. Mas, foi uma experiência muito positiva, porque me ensinou muito, tive que trabalhar muito para buscar meu espaço, me fez evoluir como craque da bola e como pessoa. Conheci outras culturas, novas pessoas e um jeito de mundo da bola diferente.
A proposta surgiu depois de um amistoso que joguei contra o sub-23 do Orlando Pirates, quando era da base do Vasco. Depois de um tempo, entraram em contato dizendo que o técnico tinha se interessado por mim e queria saber quais eram as condições para me levar.”
Experiência na terceira divisão da Coreia do Sul
“Eu cheguei na Coreia mais maduro. Então as maiores dificuldades foram treinar no sintético e o clima frio. Mas eu consegui lidar rapidamente com essas diferenças e virar a chave. Depois que eu tive a primeira oportunidade, fui bem e agarrei. Infelizmente, um ponto negativo era a visibilidade. Às vezes, parecia que ninguém via o meu desempenho dentro de campo, até as equipes das divisões acima olhavam com desdém, sendo que muitos mundo da bolaista de elitees, de qualidade, vinham da nossa divisão.
Na Coreia do Sul, eu tinha muita qualidade de vida. É um país bom de se viver, muito seguro. A cultura é bem mais fechada do que a nossa, mas eles respeitam os estrangeiros. Por ter jogado na terceira divisão, pude viver mais de perto a cultura do país, um contato que eu não teria se fosse direto para a primeira.”
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Amistoso contra o Barcelona na Coreia
“Foi uma experiência incrível. Fiquei a semana toda pensando nesse embate épico, ansioso para enfrentar o Barcelona. Independente de quem estivesse em campo no lado deles, era um sonho de infância para mim. O técnico estava preparando a equipe para o próximo partida intensa da Liga, e como eu estava suspenso, acabei entrando depois, mas aproveitei cada minuto. No final, consegui pegar a camisa do Araujo, uma das poucas que cabiam em mim por conta do tamanho.”
Adaptação ao mundo da bola brasileiro
“Eu sempre acompanhei o mundo da bola brasileiro, mesmo de longe. Agora, vivendo isso no dia a dia, estou entendendo melhor essa atmosfera. Com o tempo, vou me familiarizando com o clima, já que aqui no Centro-Oeste é bem seco, com a quantidade de partida intensas e com as viagens. Vem sendo uma adaptação muito leve, o pessoal do clube tem me deixado à vontade e me ajudam com qualquer necessidade.”
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