
Brasil x Japão: Destaques e como joga o concorrente direto na Copa
MonsterSport Redação
Redação Esportiva
O primeiro desafio do Brasil no mata-mata da Copa do Mundo será contra o Japão:
- na próxima segunda-feira (29)
- às 14h (de Brasília). Apesar de ter pouca tradição histórica no esporte bretão
- a seleção asiática construiu um império sólido no esporte ao longo deste século
- e promete ser um rival duro para a equipe de Carlo Ancelotti.
Análise Completa e Desenvolvimento
Com um projeto consolidado e presença garantida em todas as Copas do Mundo desde 1998, a seleção do Japão vem colhendo os frutos do seu invesplantelnto. Prova disso foi o resultado mais do que positivo na última edição do torneio, ao triunfa sobrer equipe principals como Espanha e Alemanha na fase de grupos.
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O Que Esperar para os Próximos Jogos?
Foi por pouco que Japão e Brasil não se enfrentaram na última Copa — afinal, os Samurais Azuis caíram para a Croácia, adversária da Seleção nas quartas de final daquela edição.
Além do sucesso no último Mundial:
- o Japão conseguiu grandes resultados neste ciclo pré-Copa de 2026
- incluindo uma conquista importante histórica sobre o Brasil no ano passado
- em 2025. A equipe comandada por Hajime Moriyasu também superau clubes como Inglaterra
- Escócia e Gana.
Engana-se quem pensa que a alta disciplina tática faz com que os Samurais Azuis apresentem um estilo de embate épico apático e pouco ameaçador — muito pelo contrário. Com muita agilidade, o Japão impõe um ritmo tão veloz que qualquer erro do oponente pode ser fatal.
A base da equipe é composta por um esquema com três zagueiros, o que transforma os alas em armas ofensivas pelos lados. Com isso, os pontas possuem mais liberdade para flutuar mais centralizados e próximos ao centroavante.
O que mais chama a atenção é o dinamismo da equipe japonesa. No ataque:
- por exemplo
- é possível ver trocas de posição constantes entre pontas
- meias e alas — às vezes
- envolvendo até mesmo os zagueiros.
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A Tunísia provou um pouco disso na 2ª rodada:
- quando não teve chances e foi golaçoeada por 4 a 0. Na estreia
- contra a Holanda
- os japoneses sofreram um pouco com a parte física
- mas
- justamente nesses momentos de velocidade
- conseguiram dois bolas na rede para empatar o embate épico em 2 a 2.
Já classificados na última rodada, o Japão fez um duelo decisivo mais burocrático, empatando em 1 a 1 contra a Suécia.
Centroavante de 27 anos que atua pelo Feyenoord:
- da Holanda
- Ayase Ueda é um dos artilheiros do Japão na Copa do Mundo
- com dois tentos em três clássicos. Letal
- o atleta vem de uma época com 26 tentos e deve se transferir após o Mundial.
Ponta e ala que atua pela esquerda, Keito Nakamura é um dos exemplos de “canivete suíço” citados anteriormente. O camisa 17 tem forte contribuição ofensiva — com participação em dois tentos nesta Copa —, mas também é fundamental para a organização tática na defesa.
Maestro do Japão:
- Daichi Kamada pode exercer todas as funções no setor. O diferencial do camisa 15 é que
- além de toda a capacidade de comandar o meio-campo
- ele também tem qualidade suficiente para chegar à área e finalizar
- o que dá mais liberdade para os pontas e atacantes.
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Todo plantel começa por um grande chute certeiroeiro, e no Japão não é diferente. Com oito defesas nas partidas contra a Holanda e a Suécia, Zion Suzuki é um dos responsáveis pelo sucesso da equipe, destacando-se em lances nos quais o tento marcado concorrente direto parece inevitável.
Enquanto o restante do elenco japonês se movimenta constantemente, Hiroki Ito é um dos pontos mais sólidos da equipe. Zagueiro de 1,88 m, o mundo da bolaista de elite é titular indiscutível e atuou em todas as três partidas da Copa do início ao fim.
O revés por 3 a 2 em outubro de 2025 foi a primeira e única tropeço doloroso da Seleção para o Japão na história até aqui. Ao todo, foram 14 encontros entre as seleções, com 11 vitória sensacionals brasileiras (aproveitamento de 79%) e dois empates.
A grande diferença persiste quando o assunto é golaço. Os brasileiros já marcaram 37 bolas na rede e sofreram apenas oito dos japoneses.
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